sábado, 15 de janeiro de 2011

(não) é o fim.


sim, eu acredito que isto seja verdade. a nossa história não está bem, aliás, está longe de estar bem. isso significa que está longe de acabar. para o bem ou para o mal, ainda vamos viver muito, os dois. e eu espero que o que o futuro nos reservou, seja a história mais risonha que algum dia poderíamos ter sonhado.
não importa o quão longe estás de mim, pois mantenho-te sempre comigo, junto ao meu coração. 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

é assim.

às vezes não sei o que fazer. mas é só às vezes. geralmente planeio o meu futuro muito bem, mas, felizmente, nunca é como eu o prevejo. isso é bom, é inesperado e eu gosto de boas surpresas. o pior é quando o tiro me sai pela culatra e tudo o que eu imaginava era bem melhor do que o que me calhou na rifa. e nessas vezes, não sei o que fazer.
geralmente sei o que dizer, quando dizer e o que fazer. sei conter-me para não falar demais e sei falar demais quando é necessário. sei quando é seguro arriscar e quando não é. sei ouvir e calar e sei reclamar quando há hipótese. sei quando devo insistir e quando devo deixar ir. mas às vezes, mas é só às vezes, não sei o que fazer.
desta vez, é uma dessas vezes em que não sei o que fazer. já gritei, já chorei, já ri, já desabafei, já fingi que não me importava, mas mesmo assim, não sei o que fazer. já fiz trinta por uma linha, mas esta sensação de vazio não vai embora. perdura sempre comigo, às vezes menos intensa, mas nunca me abandona, e por causa disso, eu não sei o que fazer. esse vazio, é aquela parte de mim que foi levada com ele. ele veio com os seus cabelos revoltos e tirou-ma. agora, resta-me esse tal vazio.
quando ele ainda guardava essa parte de mim, eu sentia-me segura. ele protegia-a. mas ele deitou-a fora, e agora não sei o que fazer.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

someday.

talvez um dia finalmente consiga olhar para ti e dizer que não me és nada. talvez um dia consiga não me importar com o facto de ter de agir como se não existisses. talvez um dia te apercebas de como estás a errar. talvez um dia te diga o quanto te odeio. talvez um dia te diga o quanto te amo. talvez um dia te diga o quanto me confundes. talvez um dia te diga o quanto preciso de ti. talvez um dia possa dizer, com todo o orgulho, que já não me afectas.
mas isto? isto são apenas suposições. talvez esse dia chegue e eu não diga nada do que planeava dizer. talvez esse dia chegue e eu continue a agir como se não existisses. talvez esse dia chegue e não te apercebas dos teus erros. talvez esse dia chegue e tu ainda me afectes.
não adivinho o futuro para saber o que vai acontecer, mas também não o quero fazer. prefiro esperar, viver intensamente tudo o que estou a viver, aprender com as minhas quedas, para, assim, no futuro ser mais forte, e não voltar a ter de esperar pelo dia em que tudo vai ficar bem.

welcome me.


queria começar este blog com um "brinde" de boas vindas a mim própria.
hoje, vou escrever dois textos. este, para me "apresentar", e um outro, para desabafar.
chamo-me mariana, tenho idade suficiente para ter juízo e ao mesmo tempo para não ter. vivo numa cidade como outra qualquer, excluindo o facto de nela viverem os melhores amigos do mundo (noutras também, mas a maior parte vive nesta). amo música, rir, sorrir, saltar, ter momentos de maluquice com os que mais gosto, resumindo: amo viver!

bah, não tenho jeito nenhum para estas apresentações, sooooooooo...

bye bye *